Tessália ensina como não ser sexy 08/02/2010
Posted by Carol Patrocinio in BBB, Blablabla.Tags: BBB, ensaio, fotos, paparazzo, sensual, tessália
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Ok, eu assumo que o olhar da Tessália me deixa com medo. Cara, não é um olhar normal, é meio ameaçador, meio de gente maluca, sei lá. E num ensaio ‘SENSUAL’ – odeio essa palavra – a última coisa que qualquer pessoa quer sentir é medo, né!
Não vou dizer que todas as fotos estão ruins. Não estão, e se fosse eu fazendo o ensaio ficaria muito pior. Por isso que cada um só deve fazer o que sabe, né, gente.
Escolhi minhas fotos preferidas, mas o ensaio completo tá no Paparazzo e você – homem, mulher ou cachorro – deve ver pra tirar suas conclusões. Ou então, fique apenas com as minhas!
O sexy estranho de Terry Richardson e o calendário da Pirelli 26/01/2010
Posted by Carol Patrocinio in Blablabla.Tags: bizarro, fotos, pirelli, sexy, terry richardson
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Seja bem-vindo ao mundo encantado do calendário 2010 da Pirelli
Você pode ver todas as fotos no site Celebslam.
Jennifer’s body, a garota infernal 14/11/2009
Posted by Carol Patrocinio in Bookmarks.Tags: canibais, filme, garota infernal, jennifer's body, livro, livro adolescente, teen book
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Todo mundo tem uma melhor amiga, daquelas que sempre estão ao seu lado e apoiam todas as susas decisões, mesmo não sendo as mais inteligentes. Por nossa melhor amiga a gente faz quase tudo.
Quase.
E se, de repente, ela começasse a agir de forma totalmente estranha, andando com uma galera que ela nunca nem tinha dito oi e se importando demais com o que você acha do seu próprio namorado?
Nessas horas você começa a pensar se a amizade é tão forte assim e se ela não está apenas se aproveitando de você. Foi bem isso que aconteceu em Jennifer’s Body.
O livro foi baseado no filme, coisa que normalmente é diferente, mas o resultado ficou bem legal. Você vai criando todas as imagens na sua cabeça e quando vê tem um superfilme de terror rolando.
Ok, não é um terror de dar medo, mas é bem bizarro e surpreendente. Vale a pena embarcar nessa maluquice toda!
* Texto publicado originalmente na coluna Bookmarks do iG Jovem.
Grafite documentado 30/10/2009
Posted by Carol Patrocinio in Cinema, grafite, iG Street.Tags: arte, belo horizonte, BH, grafite, história
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Você conhece a história do grafite? Sabe quando foi que ele deu as caras pelo Brasil e como vive até hoje? O videomaker Leo Moreira criou o documentários Riskos Urbanos para acabar com essa deficiência de informação, pelo menos sobre a cena de Belo Horizonte.
O documentário está na internet e você pode conferir todo o trabalho aí, sentadinho, sem sair da frente do computador. Preparado?
Parte I
Parte II
O que você achou? Gostou? Acha a iniciativa interessante? Comente!
O lugar da escrita 24/10/2009
Posted by Carol Patrocinio in Bookmarks.Tags: criatividade, escritor, fantasia, fotos, imagens, livros, lugar
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O que um escritor de livros de fantasia precisa ter por perto para se inspirar e escrever histórias absurdas? O fotógrafo Kyle Cassidy, que documenta a cultura americana dos anos 90 e já fotografou góticos, punks, políticos, metaleiros e moda alternativa, resolveu descobrir qual é o ambiente que rodeia os donos das mentes mais criativas da atualidade.
O nome do projeto é Where I Write e as fotos serão publicadas em um livro em breve. Enquanto isso você confere aqui algumas das imagens do autor.
* Texto publicado originalmente na coluna Bookmarks do iG Jovem.
Curativo com estilo 20/10/2009
Posted by Carol Patrocinio in Cultura de rua, Moda, iG Street.Tags: arte, band-aid, curativo, estilo, grafite, ilustração, mtv, street art
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Sempre que você se machuca e precisa colocar um curativo sente que aquilo podia ser mais bacana? Tem vontade de desenhar e pintar aquele pedacinho de plástico bege? Pensando em pessoas como você, cheias de estilo e criatividade, está sendo lançado um curativo com imagens de arte independente.
A ideia é uma parceria da MTV e da Band-Aid e vem em caixinhas de 20 peças com grafites de elementos como videogames, cartoons e toy arts. A edição é limitada, unissex e trará nove estampas diferentes de dois artistas promissores.
Carla Barth é de Porto Alegre, mas vive em São Paulo. Faz esculturas e pinturas de um universo é habitado por seres fantásticos e oníricos. João Lelo é do Rio de janeiro. Cresceu viciado em videogames, desenhos animados e livros de fantasia. Seu trabalho é criar uma fusão dos mundos que admirava quando criança com a realidade do seu dia a dia.
No escurinho do cinema 15/10/2009
Posted by Carol Patrocinio in Cinema, Eventos, iG Street.Tags: Cinema, filme, lançamento, notorious b.i.g., novidade, rap, rapper
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Há 12 anos o rap perdeu um de seus representantes mais notáveis: Notorious B.I.G. O cara foi reconhecido, antes e depois de sua morte, como melhor cantor de rap e melhor álbum do ano com “Ready to Die” no VMA de 1994, melhor vídeo com “Hypnotize” no VMA de 1997, melhor música do ano com “Mo’ Money Mo’ Problems” no VMA de 1998 e a melhor música do ano – “Nasty Girl” – no VMA de 2005.
Aos 25 anos, o rapper se transformou na principal figura da Costa Leste dos Estados Unidos e vendeu mais de 32 milhões de discos em quatro anos de carreira. No auge de seu sucesso foi assassinado na saída de uma premiação em Los Angeles.
O filme “Notorious B.I.G. – Nenhum Sonho É Grande Demais” conta a trajetória de Christopher Wallace, um aluno exemplar de uma escola católica, adolescente que se transformou em traficante de drogas e a mudança repentina causada pela gravidez de Jan, sua namorada.
A obra é produzida por Voletta Wallace, mãe de B.I.G., e conta a história do astro até a fase do estrelato, passando pelas constantes e crescentes exigências da paternidade, casamento e carreira musical. Quem interpreta o monstro do rap é Christopher Jordan Wallace, seu próprio filho.

Aproveitando a paisagem urbana 13/10/2009
Posted by Carol Patrocinio in Cultura de rua, grafite, iG Street, street art.Tags: aproveitar, arte, grafite, intervenção, paisagem, rua, stencil, urbano, utilização
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Arte de rua não é apenas modificar o que existe, a prova disso é o Trase, um artista de Cingapura que acredita ser ativista de arte de rua desde que começou a grafitar, em 1999.
O cara é artista em tempo integral e leva a arte a sério, buscando seu amadurecimento e crescimento. Depois de ganhar alguns prêmio e finalizar seus estudos, Trase tem exibido seu trabalho na Ásia, Alemanha e EUA.
Utilizando-se de sombras ou obstáculos que normalmente incomodariam os grafiteiros, o artista faz seu stencil participar da paisagem urbana como se sempre tivesse estado ali, no lugar escolhido para sua intervenção.


Corpo grafitado 06/10/2009
Posted by Carol Patrocinio in Cultura de rua, grafite, iG Street, street art.Tags: arte, campanha, corpo, grafite, projeto, write now right here
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Gemma O’Brien é designer tipográfica e aproveita o blog For the Love of Thype para divulgar suas letras, formas e estilos. Este ano ela foi uma das palestrantes do evento Typo Berlin 2009, que reune os maiores nomes da tipografia mundial.
Antes da conferência, Mrs. Eaves, como é conhecida a artista, gravou um documentário sobre grafite. Se você pensa que a garota apoia a arte como ela é feita atualmente está muito enganado! O vídeo é parte da campanha “ Write Here, Right Now”, para que o grafite seja em lugares adequados.

[Imagens: Alexander Blumhoff]
Na opinião de O’Brien, propriedades privadas de outras pessoas não devem ser alvo dos grafiteiros, o foco deve ser sua propriedade. No caso da artista, o corpo é a propriedade privada escolhida. Foram oito horas de escrita! Quer ver o vídeo?
Fernando Diass e o nanquim da realidade 29/09/2009
Posted by Carol Patrocinio in Cultura de rua, iG Street.Tags: arte, artista, desenho, fernando diass, ilustração, nanquim
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Fernando Diass é um daqueles brasileiros que resolveu buscar saídas fora do país. Nanquim e técnicas de wash no papel são as maneiras encontradas para traduzir seus desenhos inspirados pela natureza humana, que já foram comparados aos da revista New Yorker, na Parsons School of Design.
Batemos um papo com o artista que vem ao Brasil ainda este ano, sem data confirmada, para saber mais sobre sua trajetória e inspirações.
IG Street: Você acredita que a mudança do Brasil para NY abriu portas para o seu trabalho?
Fernando Diass: Acho que indiretamente sim. Sair do país pode ser um experiência solitária, mas com consequências muito positivas. Quando vim para Nova Iorque amadureci bastante, me vi livre de julgamentos e passei a ser mais sincero em relação aos meus objetivos, e isso transpareceu nos conceitos que eu crio. É como se eu tivesse aberto um canal direto entre minhas ideias e o meu trabalho. A mudança e as consequências que ela traz foram mais importantes do que o destino no processo de encontrar mais oportunidades.
É claro que NY tem grandes vantagens para quem quer desenvolver um trabalho criativo. Eu, por exemplo, gosto de explorar a natureza humana, e sempre começo um trabalho a partir de algo que observei ou que vivenciei. Como toda grande cidade, NY tem um trânsito constante de pessoas, mas com uma particularidade: a dificuldade com que as pessoas têm em encontrar privacidade. Tudo acontece nas ruas porque muitas vezes os apartamentos são pequenos, os espaços são limitados e na maior parte do tempo, anda-se a pé. Então por mais que você não queira, é difícil não estar presente na vida dos outros e vice-versa. No meu caso, isso é precioso.

IG Street: Como você se inspira para os trabalhos? Como você escolheu a técnica utilizada?
Fernando Diass: Eu não sei se é exatamente isso que me inspira, mas eu ando por aí, frequento diferentes tipos de lugar e procuro conhecer o maior número e variedade de pessoas possível. Tento conversar e enxergar novas perspectivas. Até mesmo quando isso é uma experiência desagradável tento ser observador e absorver algo. Vejo muitos filmes, em média um por dia. Me envolvo com música, aliás, outra vantagem de NY – a cena musical é incrível. Mas no final das contas eu pareço não ter muito controle sobre inspiração, é como se eu só vivesse minha vida do único jeito que sei viver e ficasse esperando pelas ideias, sem pensar muito nisso. Elas simplesmente vêm.
Acho que a minha técnica surgiu naturalmente, a partir da necessidade de aprender sozinho a qualquer custo. A maneira como eu faço meus trabalhos é fruto do que eu pude observar, filtrar e absorver ao longo do tempo. Como sempre vou continuar observando, minha técnica nunca vai parar de mudar. Hoje meu trabalho é do jeito que é porque me parece apropriado para o que eu quero dizer. Mas é como uma união entre forma e conteúdo, no momento em que o conteúdo muda, a forma também vai mudar, e para isso vou precisar adaptar a técnica.
IG Street: O que significa pra você e o seu trabalho expor junto com o Fashion Week de Nova Iorque?
Fernando Diass: O Fashion Week de NY é um grande evento cultural que atrai muita gente interessante, especialmente para áreas como o Village e o Soho, onde estou mostrando meus trabalhos. A cidade se transforma e dá espaço para um exercício explícito de criatividade, envolvendo diversas formas de arte. Por mais que eu não esteja diretamente ligado à moda, poder participar disso de alguma forma é inspirador. É como se por uma semana, eu tivesse uma audiência muito especial.
IG Street: Quais são suas referências nacionais e internacionais?
Fernando Diass: Minhas referências estão na música, na literatura, no cinema e na pintura. Sei que isso é bem abrangedor e vago, mas é muito difícil ser específico, porque eu provavelmente estaria excluindo algo.
Para citar alguns exemplos: acho que Michelangelo Antonioni fez filmes incríveis como Blow Up, L’Avventura e La Notte, entre outros. Os cineastas franceses da Nouvelle Vague também. Admiro Jean-Luc Godard e François Truffaut. Masculin Féminin, por exemplo, é um estudo interessantíssimo sobre relações humanas. Eu poderia citar muitos outros.

Gosto muito da literatura russa de Dostoiewski. Acho Crime e Castigo tão intenso que eu poderia fazer uma série extensa de trabalhos baseada no livro. Mikhail Bulgakow escreveu um livro muito interessante chamado The Master and Margarita, recheado de sátiras e humor negro.
Gosto também de Edgard Allan Poe, tenho um profundo interesse pelo misterioso e pelo oculto. Gosto do trabalho de James Joyce, e devo ter lido praticamente toda obra de Oscar Wilde. Estou tentando ler um livro chamado Infinite Jest, de um autor americano chamado David Foster Wallace. Digo tentando porque realmente não é fácil. O livro é tão denso, complicado e extenso que me faz pensar sobre obsessão, sobre realmente querer expressar uma ideia.
Gosto do trabalho do Max Ernst, Alfred Kubin, Goya, Tchelitchew, Edward Gorey, Francis Bacon, David Shrigley… Acho que eu devo ter absorvido muito do que sei de alguns desses artistas.
Na verdade acho que a minha lista de referências vai muito além, não sei nem porque citei cineastas em primeiro lugar… Só posso dizer que todo dia adquiro uma nova referência, conheço algo novo e aprendo mais.
IG Street: Você pode contar um pouco como se deu sua ligação com as artes visuais?
Fernando Diass: Eu não sei dizer exatamente como começou, mas provavelmente foi bem cedo. Minha avó, minha mãe e minha tia são artistas plásticas, talvez isso tenha despertado o meu interesse pelas artes visuais quando eu ainda era pequeno. Me expressar através do desenho e da pintura foi como que instintivo, desenhar era algo que eu simplesmente sabia fazer, sem nem saber como ou porque.
Para mim a estética é e sempre foi intrigante de maneira geral.





















