Não existe rap nacional de qualidade, Bonadio? 31/07/2009
Posted by Carol Patrocinio in Blablabla, Música, internet.Tags: argumentação, cabal, debate, discussão, hip hop, per raps, pop, rap, rick bonadio, twitter, underground
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Hoje aconteceu algo que há tempos eu e mais algumas pessoas sonhamos: uma discussão em tempo real sobre rap. E não foi briguinha pautada por melindres e verdades relativas, aconteceu com todo mundo argumentando, dando pontos de vistas e até citando exemplos. Um orgulho, o rap ganhando.
O início de tudo foi o produtor musical Rick Bonadio dizendo que procurava artistas de qualidade no hip hop – Rick, hip hop é a cultura e não a música, esta é o rap, são coisas complementares e não sinônimos – e não encontrava. O pessoal do Per Raps, que não é bobo nem nada, deu um RT – repassou a mensagem do cara, na linguagem do Twitter.
Depois disso muita gente deu sua opinião, falou o que achava certo, errado, botou pilha, concordou ou discordou e manteve o respeito, sempre – o McLapa é prova disso. Até o rapper Cabal entrou no papo. A discussão chegou a falar sobre o preconceito com o rap pop e como a cena em que o Per Raps e outros blogs apostam não é vendável.
A minha opinião de pessoa que não entende muito de rap, mas sabe dar pitaco, é que o rap pop tem seu espaço, as pessoas escutam, dançam, descem até o chão. Essa semana mesmo fomos ouvir – e ver – o J Live tocando na Clash e estava cheio de gente que nunca iria, por exemplo, na Hole, em SP. E eles estavam curtindo aquilo que chamam de black, que eu diria que é um rap gangsta. As meninas de calças justas e salto alto rebolavam, iam até o chão e esfregavam a bunda nos caras. Ok, legal, se é isso que você quer.
O rap que o pessoal dos blogs curte é outro, é coisa de gente que quer ouvir uma música e pensar no que ela tem a dizer e não apenas ter vontade de parecer um pimp. É outro lance, a pegada é diferente. É dançante? É dançante. É bem produzida? É bem produzida e com pouquíssimos recursos. Dá um puta estúdio e grana na mão desses caras que gravam tudo sozinhos em casa pra ver o que eles fazem… Miséria.
Gente que curte música de verdade não gosta de ter que manter mais de um emprego e ainda ir rimar no fim da noite para poder ter prazer, mas segue o caminho sem reclamar. Faz o que for preciso para passar sua mensagem. E tem uma mensagem, acredita no que fala e segue vivendo de acordo com o que acredita.
Dogão é mal? A senhorita é a mais bonita da pista? Que bom, tem gente aos baldes que gosta disso e eu não sou contra. Eu danço as músicas do Cabal, acho gostosinho. E o Dogão é engraçadíssimo, um verdadeiro “cachorro louco” do rap. Mas será que a gente precisa mesmo nivelar tudo por baixo e manter a grande massa no escuro?
Se apresentar em programa por 15 minutos de fama não vale a pena, é melhor manter viva a força de seguir em frente e acreditar que tudo ainda pode mudar, manter o discurso e vivê-lo todos os dias, contando a grana pra fazer o que se gosta, por prazer, por tesão. Qualidade é uma boa produção ou um cara que tem o que dizer e só precisa ser produzido?
Perdeu a discussão? Infelizmente eu não salvei e a gente não usou nenhuma tag – aprendizado pras próximas. A saída é seguir o Per Raps no Twitter e ficar preparado pro próximo tópico.
Cama de solteiro 26/07/2009
Posted by Carol Patrocinio in Blablabla, Vida.Tags: acompanhado, cama de casal, cama de solteiro, companhia, crise, frio, inverno, namoro
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Quem nunca dormiu acompanhado numa cama de solteiro que atire o primeiro… travesseiro! E a verdade é que, dependendo do tamanho das pessoas, essa nem é uma prática tão ruim assim.
A cama de solteiro obriga o casal a ficar próximo, a colocar o braço sobre o outro, manter os pés juntinhos e ter um ritmo meio que parecido durante a noite – cada vez que um quer mudar de posição, o outro é quase que obrigado a mudar.
Quando o casal muda para a cama de casal fica extremamente feliz com o espaço, e esquece como era gostoso dormir pertinho no começo do namoro. Cada um fica do seu lado e, se bobear, nem lembram que estão acompanhados durante a noite.
Nesse frio que anda rolando em SP, não tem coisa melhor do que agarrar aquela pessoa que você resolveu ter ao seu lado e ficar pertinho, quentinho, lembrando a paixão dos primeiros meses, quando um pé gelado não era problema e sim charme.
Por que ninguém nunca estudou os benefícios da cama de solteiro para casais em crise?
Hello, stranger 23/06/2009
Posted by Carol Patrocinio in Vida.add a comment

E não é aquela coisa de uma pessoa cruzar a rua, olhar nos teus olhos e parecer que sabe tudo sobre você, que é parte de você e que aquele é o momento do reencontro.
É aquela coisa de alguém que é parte de você parecer um completo estranho em questão de dias.
Como é que isso funciona? Qual a linha que separa esses dois extremos? Quando é que você deixa de reconhecer alguém, de se reconhecer em alguém? Como se lida com isso? É como se aquela pessoa que você tanto conhece tivesse mudado de corpo, tivesse sido abduzida.
É além de qualquer explicação, de qualquer lógica. É apenas alguém indo embora sem olhar para trás, sem ter dado o último tchau. E você fica a pensar que deveria ter aproveitado mais aquele último contato com a verdadeira pessoa que você queria estar.
Mas passou. Quando foi?
Nada pessoal 29/05/2009
Posted by Carol Patrocinio in Blablabla, faculdade.3 comments

Desculpe, não é nada pessoal; mas, pessoalmente, eu não gosto de história mal contada.
Desculpe, não é por ser você ou por ser ela – eu simplesmente não me importo -, só não gosto de ter meu nome citado em vão, ainda como fulana… Eu sou do tipo que dá nome aos bois, Braz.
Desculpe não concordar com o que você diz, não achar que as pessoas são tão sem graça quanto você acredita e discordar totalmente de que pessoas que sorriem o tempo todo são interessantes, pra mim, elas devem ter algum tipo de dificuldade de entender as coisas, então riem.
Desculpe, sinceramente, se você não consegue entender a Camila. Ela fica triste, sim. Ela chora. Ela reclama da vida e pára de sorrir e de ser feliz. Mas não na frente de quem não merece ser parte da vida REAL dela. Não na frente de amigos que, ao invés de melhorarem a auto-estima da garota, preferiam rir dela para parecerem mais bacanas e descolados.
Desculpe por simplesmente não calar a minha boca, tapar meu olhos e manter uma postura blasé, como manda o figurino. Eu sou barraqueira, eu falo alto, fico bêbada, tropeço e caio no chão. Acordo com joelho ralado. Não tenho vergonha, não tenho problema com meus problemas. Eu sou humana. Você o é?
Desculpa se eu não acho que uma das melhores pessoas que eu conheci na classe da qual você faz parte – e que me obriga a entrar em discussões típicas de colégio – é “fake”, como você e mais alguém “genial” – e que cuida da vida dos outros – dizem.
Desculpe também se eu ainda não descobri se você me classifica como leão, domador, manipulada ou qualquer outra das coisas na sua metáfora, ou oração.
E me desculpe ainda mais, e acima de tudo, por te decepcionar e deixar claro que, não, não vou ensinar ninguém a te chupar. Isso é pra quem merece e você não está na lista, foi mal.
Para o bem da convivência, quando eu cruzar contigo nos corredores, faço de conta que você não escreveu nada sobre a MINHA AMIGA e você faz de conta que não fez essa merda. A gente dá aquele sorriso falso e universitário – podemos até fazer alguma piada com o outro, beber uma cerveja. Mas, por favor, não me tire do sério falando o que você não sabe sobre quem você não conhece. Vamos fingir que todo mundo aqui já é gente grande e poupar nossos blogs dessa patifaria.
Que tal?
História de amor 05/05/2009
Posted by Carol Patrocinio in Blablabla.1 comment so far

Quando eu tenho certeza de que vou enlouquecer, ele me conta uma história e me faz lembrar de como tudo pode ser bom.
“Era uma vez um cão que tinha apenas uma perna… Este cão então seguiu por uma trilha encantada, cheia de baba de bode pra fazer escorregar. Mas o cão estava obstinado, iria seguir até o fim. Encontrou no caminho um doutor chamado Greg, que lhe emprestou uma bengala, isso facilitou um pouco, mas ele ainda escorregava muito.
Eis que um pinguim, chamado Pukas, se ofereceu para levá-lo. O cão subiu nas costas de Pukas, que deslizou de barriga pela trilha… Ainda teve tempo de encontrar um leão, que assustou o cão, mas não a Pukas. Eles eram amigos…
Pukas apresentou o Cabelo-de-leão ao cão de uma perna só e de bengala, que ganhou um novo amigo instantâneamente. A partir daquele ponto, o leão ajudaria o cão, que deu a bengala do doutor Greg para Pukas, de lembrança…
O Leão levou o cão pela savana andreense, esse era o nome da vegetação, e entregou o cão na frente de um enorme castelo chamado Metoland. O cão entrou, mas não teve caminho fácil; enfrentou o monstro de três cabeças RodolMegChilen!
Venceu, pois tinha bom coração…
Finalmente encontrou o reitor de Metoland, figura praticamente impossível de ser encontrada. Pela bravura, o cão ganhou de presente a outra perna, além disso levou um nome de guerreiro pra casa: cão-de-ló!
E viveu feliz para sempre!”
“A má sorte de sentar-se ao lado de um obeso” 29/04/2009
Posted by Carol Patrocinio in Blablabla.Tags: advogada, avião, Dra Sylvia Romano, excesso de peso, gordinhos, obesidade, passagem, preconceito, Sylvia Romano
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Vai ser difícil conseguir ler o texto inteiro sem espumar de raiva, então vou destacar algumas partes para que você compartilhe a minha revolta.
Eu, que nem sou obesa, fiquei extremamente ofendida com uma opinião desse tipo sendo disseminada por e-mail para as redações. É uma advogada – ou seria adEvogada? – que escreve colunas e tem um nome a zelar; será que ela lembrou disso ao mandar o assessor enviar o texto?
E o assessor, leu o que estava enviando? Deu uma dica pra ela de que isso poderia ser perigoso para a carreira dela ou ele é daqueles do tipo “eu apenas trabalho aqui, moço”?
“De: Lívia Aragão [mailto:livia@nacom.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 27 de abril de 2009 17:31
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: Cobrança a mais nas passagens aéreas de obesos
Prioridade: Alta
Passagens por Quilo, por Sylvia Romano
Ao ler há alguns dias uma matéria que dizia que a United Airlines estava querendo que os passageiros obesos comprassem duas passagens quando fossem viajar em classe turística, me ocorreu uma idéia que, por mais esdrúxula que possa parecer, talvez fosse a solução para as quedas de avião por excesso de peso. Eu mesma sei do caso de um avião Bandeirantes que, há cerca de 25 anos, caiu no interior do Estado de São Paulo e cuja queda foi atribuída ao excesso de peso transportado. Por ironia do destino, fazia parte dos mortos um grupo de jornalistas e quem havia organizado esta viagem de imprensa era um conhecido meu, o Belmiro, que passou a vida toda fazendo regime, sem-sucesso, e que na ocasião do acidente deveria estar pesando mais de 180 quilos. Gentil como era, Belmiro deve ter sido o último passageiro a embarcar e, provavelmente, acabou sentado no “rabo” do avião, o que devido ao seu peso pode ter desestabilizado a aeronave, provocando a sua queda. Testemunhas disseram que, momentos antes do acidente, o avião voava com a parte traseira mais baixa e que os motores pareciam estar no limite da aceleração.
Hoje, com grandes aviões levando até 400 passageiros, se este contingente de viajantes estiver acima do peso o risco poderá ser muito grande, principalmente nos Estados Unidos, onde a obesidade é um grave problema. Levando-se também em conta que, de modo geral, quem viaja pertence a uma classe mais elevada — classe esta que luta cotidianamente contra a balança — é plausível considerar que o peso total dos passageiros deve ultrapassar e muito a capacidade de voo das aeronaves. Somando-se a isto, há ainda o grande incômodo para quem tem a má sorte de sentar-se ao lado de um obeso. Pode até parecer que tenho preconceito com os mais “cheinhos” e que não sou politicamente correta, mas quem convive com eles sabe muito bem do que estou falando, principalmente em relação às cadeiras, às camas e a tudo aquilo que um alegre gordo ocupa.
Mas, voltando a falar do perigo que o excesso de peso representa em um voo, acho que a solução seria cobrar — como já é feito com as bagagens — uma taxa de sobrepeso, ou mesmo, que o preço das passagens variasse de acordo com o quilo dos viajantes, o que iria permitir um controle maior dos aviões, melhorando a segurança dos voos. Medidas até engraçadas como esta poderiam servir, também, como um incentivo ao regime, o que, convenhamos, seria muito salutar para o imenso contingente da população que sofre com a obesidade.
Por outro lado tal providência, que é um direito dos magros, aliviaria muito os riscos dos viajantes, aumentaria o conforto e permitiria uma economia maior na compra de passagens — muito justa, por sinal, a redução do bilhete seria um grande prêmio para quem passa a maior parte da vida tentando conter sua fome.
* Sylvia Romano é advogada trabalhista, responsável pelo Sylvia Romano Consultores Associados, em São Paulo. E-mail: sylviaromano@uol.com.br .
Divulgação: Nicolau Amaral Comunicação
Contato: Lívia Aragão – MTB 36430
Telefax: (11) 3032-6590
E-mail: livia@nacom.com.br
www.nacom.com.br”
Nem vou comentar o texto, os sentimentos que eu tenho agora não devem ser escritos e eternizados, porque é isso que devemos fazer com certos comentários, guardar para nós mesmos.
E aí, o que você acha do conteúdo do texto da nossa querida doutora?
Palavras 07/04/2009
Posted by Carol Patrocinio in Blablabla, Música.Tags: lançamento, mariana aydar, Música, nova, palavras não falam
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Por mais que eu tente, são só palavras
Por mais que eu me mate, são só palavras”
Escute a Mariana Aydar cantando pra você no MySpace dela!
Jornalistão 31/03/2009
Posted by Carol Patrocinio in Blablabla, faculdade, jornalismo, trabalho, universidade.Tags: debate, diploma, jornalismo, obrigatoriedade, opinião, polêmica
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Eu sempre chamo de jornalistão aqueles alunos pseudo-intelectuais. Sabe aquele que acha que entende de todos os assuntos porque leu o jornal do dia – mas o máximo que faz é repassar o discurso de outra pessoa? Ou então o cara que se acha totalmente engajado porque participou de uma passeata pró alguma coisa – mas parou no bar pra tomar uma antes de seguir com os politizados. Esses são os caras que pegam o diploma, acreditam que sabem de tudo e fazem o jornalismo ser uma grande vergonha.
Na faculdade eu vejo alguns principais tipos de alunos: os jornalistões – que sempre acham que “o diploma é necessário porque mostra suas bases”; como se a faculdade desse alguma base -, os universitários – frequentadores de festas, que se importam com os esportes e o sexo oposto – e os jornalistas – que escrevem porque querem, precisam e é o que são apaixonados. (Generalização, sim, obrigada!)
Escrever bem não se ensina, você pode aprimorar, mas não aprender. Ser crítico não se ensina. Ter iniciativa não se ensina. O que se ensina são técnicas. Então a faculdade de jornalismo ensina técnicas jornalísticas para que seja possível exercer a profissão, certo?
Curso técnico. Um, dois anos. Pronto, vai pro mundo, meu filho. E o mundo vai te contar se você nasceu pra isso ou não. O mundo sempre conta, melhor ser com o técnico do que depois de quatro anos, não?
A verdade é que não basta sentar em uma sala e receber conhecimento, não funciona assim. Na faculdade não há debate, não há troca de ideias. O ideal seria aprender as técnicas na universidade e depois fazer cursos livres por algo que você se interessa e não que é obrigado a fazer.
Concordo com a Patrícia Köhler, que falou sobre a obrigatoriedade do diploma de jornalista no blog Cintaliga: “Ninguém me ensinou a escrever na faculdade, muito menos a ler e ser criteriosa. Ninguém me imbuiu de coragem para ir a lugares sozinha com gravador e bloco de papel em punho. Ninguém fez recrudescer em mim a curiosidade, o interesse pela leitura, por ler artigos na Internet, em revistas, ler livros, por gostar de conhecer pessoas e suas vivências”.
No dia em que isso acontecer, junto com ela, eu (talvez) me renda. E você?
Um apelo 19/03/2009
Posted by Carol Patrocinio in Blablabla.Tags: abc, ajuda, apelo, colaboração, enchente, roupas, santo andré
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Esse é o e-mail que eu tenho mandado pras pessoas, mas como não tenho endereço de todo mundo, quem quiser ajudar, deixa um comentário e a gente vai se falando, tá?
“Olá, pessoas!
Gente, eu não costumo encaminhar correntes nem nada do tipo, porém, queria pedir uma ajuda pra vocês. Com a chuva da última terça-feira (17/03/09), a casa da moça que trabalha lá em casa encheu, caiu uma parede e ela perdeu tudo o que tinha. Como é algo que está ao meu alcance, resolvi pedir ajuda pra todo mundo, já que nem roupas sobraram e ela não pode entrar na casa, que foi interditada.
A Geralda, que está lá em casa há quase 20 anos, é casada com o Carlos e eles têm dois filhos, a Carla e o Cauê. Abaixo estão os tamanhos das roupas e calçados, respectivamente. Se você tiver algo que possa ser útil à eles, responda esse e-mail e a gente combina como fazer pra você dar a sua ajuda, ok?
Carlos – 36, 36
Geralda – 36, 34
Carla – 36, 35
Cauê – 10 (infantil), 35
People, repassem esse e-mail pros amigos que puderem dar uma força e eu ficarei extremamente feliz!
Beijos,
Carol Patrocinio”
Tic tac 08/03/2009
Posted by Carol Patrocinio in Blablabla.Tags: amigos, blog, cinzeiro cheio, conto, crônica, faculdade, família, mãe, mulher, namoro, relacionamento, relógio, tempo, texto
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Entrei numa daquelas fases onde organização é algo difícil demais. Não consigo lidar bem com o tempo e acabo me perdendo no meio das milhares de tarefas que me propus a fazer.
Quero escrever aqui, na coluna, no trabalho, para a faculdade, participar de programas, escrever o roteiro do meu programa e ainda ser mão, mulher, amiga e me fazer feliz. Dá tempo? Claro que não!
O máximo que eu consegui foi escrever uma crônica/conto para o Cinzeiro Cheio, afinal, não posso bloquear a inspiração, né!
Dá uma olhadinha lá e me conta o que achou, tá?


