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Jennifer’s body, a garota infernal 14/11/2009

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Todo mundo tem uma melhor amiga, daquelas que sempre estão ao seu lado e apoiam todas as susas decisões, mesmo não sendo as mais inteligentes. Por nossa melhor amiga a gente faz quase tudo.

Quase.

E se, de repente, ela começasse a agir de forma totalmente estranha, andando com uma galera que ela nunca nem tinha dito oi e se importando demais com o que você acha do seu próprio namorado?

Nessas horas você começa a pensar se a amizade é tão forte assim e se ela não está apenas se aproveitando de você. Foi bem isso que aconteceu em Jennifer’s Body.

O livro foi baseado no filme, coisa que normalmente é diferente, mas o resultado ficou bem legal. Você vai criando todas as imagens na sua cabeça e quando vê tem um superfilme de terror rolando.

Ok, não é um terror de dar medo, mas é bem bizarro e surpreendente. Vale a pena embarcar nessa maluquice toda!

* Texto publicado originalmente na coluna Bookmarks do iG Jovem.

O lugar da escrita 24/10/2009

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O que um escritor de livros de fantasia precisa ter por perto para se inspirar e escrever histórias absurdas? O fotógrafo Kyle Cassidy, que documenta a cultura americana dos anos 90 e já fotografou góticos, punks, políticos, metaleiros e moda alternativa, resolveu descobrir qual é o ambiente que rodeia os donos das mentes mais criativas da atualidade.

O nome do projeto é Where I Write e as fotos serão publicadas em um livro em breve. Enquanto isso você confere aqui algumas das imagens do autor.

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* Texto publicado originalmente na coluna Bookmarks do iG Jovem.

Para sempre teu 06/09/2009

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“Sempre acreditei que toda vez que a gente entra numa igreja pela primeira vez, vê uma estrela cadente ou amarra no pulso uma fitinha de Nosso Senhor do Bonfim, pode fazer um pedido. Ou três. Sempre faço. Quando são três, em geral, esqueço dois. Um nunca esqueci. Um sempre pedi: amor”

Esse é o começo do texto “Do fundo do coração, ou Love, Love, Love”, de Caio Fernando Abreu, o tema do livro “Para sempre teu, Caio F.”, da Editora Record. O nome da obra é a forma como ele assinava algumas cartas para seus amigos enquanto viajava mundo a fora ou queria contar novidades, falar sobre o mundo…

Caio foi um grande escritor, um dos primeiros brasileiros geniais a ser levado pela Aids num tempo em que não havia tecnologia suficiente para impedi-la. São diversos livros, peças de teatro, contos e colunas em jornal da autoria do escritor que ensinou o amor a uma geração e ainda o ensina a quem mergulha em seu legado.

A autora do livro, Paula Dip, foi grande amiga do genial rapaz de Porto Alegre. Ela conta a história da amizade e da vida dos dois não apenas nos momentos em que se cruzaram, mas já sabendo que o fariam em algum ponto. Era uma amizade intensa, com momentos de distanciamento, mas nunca brigas ou problemas.

Uma vida cheia de poesia e força é o que você encontra entre as cartas que ele escreveu, que recebeu e o que contam seus amigos e quem apenas o viu de longe. Não importa a distância, Caio sempre atingiu a todos.

Homossexual numa época dura, usuário casual de várias drogas e figura conhecidíssima na noite, Caio foi um marco em São Paulo, no Rio e em todos os lugares por onde passou. Alma sem sexo, apenas amor, opiniões ferinas e sempre pronto para fazer o que fosse necessário para ajudar quem gostava. E era bom que ele gostasse de você.

Uma das poucas pessoas que mistura vida e obra de maneira que fica difícil separar o que ele viveu e o que apenas escreveu. A vida de Caio faz parte da vida da literatura e da intelectualidade brasileira. Imprescindível.

* Texto publicado originalmente na coluna Bookmarks do iG Jovem.

Sua vida nas mãos de um esqueleto 15/08/2009

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A adolescência não é uma fase nada fácil, porém pode ser muito mais difícil quando você descobre que é a última da sua família a carregar poderes mágicos de muitas gerações. Foi isso o que aconteceu com Valquíria Caos – e esse é seu novo nome, de heroína.

Além de ter poderes, precisar aprender a lidar com eles e faltar demais as aulas – que são frequentadas por um reflexo da garota -, o parceiro que Valquíria ganhou foi Ardiloso Cortês, um grande lutador, muito habilidoso e inteligente, mas sem carne, apenas osso. Sim, ele é um esqueleto. Quão mais estranha sua vida poderia ficar?

Muito mais, é claro! Os dois, com a ajuda de um exército, precisam derrotar o Barão Vingança, um dos vilões do mundo mágico. A busca por uma armadura mágica, um monstro criado para o mal sendo solto e diversos quase vampiros atrás da dupla são apenas alguns dos problemas que eles enfrentarão e você vai acompanhar grudado.

“Sr. Ardiloso Cortês – Brincando com fogo” foi escrito por Derek Landy. Basta ver a capa do livro para você esperar encontrar as ilustrações dentro dele, mas teremos que decepcioná-lo e dizer que elas não estão ali. Só que como somos muito legais vamos te indicar o link dos quadrinhos em inglês, que são totalmente demais! No site da editora Galera Record você pode ainda ler o primeiro capítulo grátis.

* Texto publicado originalmente na coluna Bookmarks do iG Jovem.

Esquecendo da vida 31/07/2009

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Sabe aquelas épocas em que sua vida está uma droga, nada dá certo, você está sem dinheiro e ainda tropeça na frente da balada? Imagine que essa tenha sido a sua última lembrança ao acordar num hospital totalmente chique, cheio das frescuras e com uma enfermeira que fica o tempo todo contigo. Estranho, né?

Isso foi o que aconteceu com a Lexi, personagem principal do livro “Lembra de mim?”, de Sophie Kinsella – a mesma autora da série “Os delírios de consumo de Becky Bloom”. Assim que ela consegue se levantar da cama e olhar o reflexo no espelho parece que tem outra pessoa ali: ela é magra, com o cabelo e a pele bem cuidados, unhas feitas; aquele tipo de mulher que ela sempre invejou em silêncio.

Depois de algum tempo ainda descobre que é casada, tem um superemprego e dinheiro deixou de ser um problema. Como ela conseguiu chegar até essa vida? Ela não se lembra de nada, está com amnésia e pode ser que nunca se lembre daqueles anos perdidos. E agora? Começar tudo de novo?

A história de Lexi vai muito além de um capítulo de “Samantha Who”, série de televisão que também fala de uma garota que não lembra das coisas. Com ela você vai aprendendo o que tem valor, o que é importante e que, de vez em quando, é bom rever o caminho que você escolheu para chegar até seus objetivos.

* Texto publicado originalmente na coluna Bookmarks do iG Jovem.

Muito melhor do que um beijo 19/07/2009

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Adolescentes podem ter problemas enormes apenas por causa de um cabelo que não é perfeito ou uma roupa escolhida errada, mas isso pode ficar ainda pior se sua família não é um exemplo, ou não chega nem perto diso.

Libby é bonita, magra, com cabelos pretos e lisos, mas isso não é o suficiente para sua vida ser bacana. Ela não pode levar ninguém a sua casa, mas apenas por causa da vergonha que tem de tudo ser bastante estranho e nunca saber o que pode acontecer depois da última cerveja que seu pai tomar ou o último pedaço de frango frito que sua mãe comer.

Antes da volta às aulas, uma decisão é tomada: esse será o ano em que ela e sua melhor amiga encontrarão os caras certos para dar um beijo para valer. E quando tudo parece estar se aproximando de dar certo… As coisas tomam um rumo que combina totalmente com a família dela – inesperado.

A garota precisa mudar de cidade e ainda se adaptar a uma nova escola, novos amigos e o pior, tudo isso no meio do deserto, com aquele calor enlouquecedor e uma vida totalmente diferente daquela esperada no começo do ano. E agora, qual o caminho que a vida de Libby vai tomar?

A autora de “Um beijo pra valer” é Mary Hogan, a mesma que escreveu “Garota Perfeita”, que também é ótimo. Você vai ter dúvidas junto com Libby, sofrer, passar vergonha e tentar dar a volta por cima. Muito mais profundo do que o título sugere, esse livro vai te mostrar outros lados da vida.

Quer ler o primeiro capítulo? Vai lá no site da Galera Record!

* Texto publicado originalmente na coluna Bookmarks do iG Jovem.

Muito além da rebeldia 03/07/2009

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Qual adolescente não passa por uma fase de rebeldia, nem que isso seja cortar o cabelo sozinho ou pintar as unhas de preto? O problema é que essa fase rebelde de Cyd Charisse – sim, o nome dela deve ter influenciado nesse gênio difícil – tem durado muito mais do que devia; a garota até conseguiu ser expulsa de um colégio interno…

Ao voltar a morar com a mãe, o padrasto e os irmãos em São Francisco. Cyd estava ocupando seu tempo estudando numa escola alternativa, que ela dizia ser uma desculpa para filhos de gente rica ter o que fazer além de dar trabalho, e o serviço comunitário num asilo. Foi nesse lar para idosos em que Cyd conheceu Pão-Doce, sua melhor amiga e confidente, mesmo que os anos entre a idade das duas somem mais do que a idade da garota rebelde.

O serviço comunitário não deu apenas uma melhor amiga à Cyd, mas também uma paixão. Foi lá que ela conheceu o amor da sua vida – até o momento -, o cara mais legal do mundo – segundo ela -, o Siri, um surfista gatinho que a faz suspirar. E além de suspirar, a faz ter coragem de dormir fora de casa e voltar na manhã seguinte, na maior cara de pau. Adivinha se isso não daria problema?

E o problema foi resolvido mandando Cyd Charisse para Nova York. Não, ela não foi sozinha para a cidade mais legal do mundo todo… Ela foi encontrar o pai que ela viu uma única vez na vida. E o dia em que ela conheceu o pai não sai de sua cabeça, já que foi o mesmo dia em que ele deu a ela a Pão-de-mel, a boneca e companheira de Cyd.

Conforme foi crescendo, Cyd Charisse começou a pesquisar sobre a vida do pai e até falou uma vez com ele ao telefone porque precisava de grana pra sair de uma enrascada! Durante as pesquisas ela descobriu que tinha uma irmã e um irmão. Ela sonhou muito tempo com a possibilidade de conhecê-los e conviver com sua outra família. Essa hora chegou e não vai ser exatamente como ela havia imaginado…

Pão-de-mel é o primeiro livro de Rachel Cohn e já é ótimo, imagina como será Siri, o seguinte dela? Esse livro vai além de uma história bonitinha de amor, é muito mais profundo e mexe de verdade com a gente. Vale totalmente a pena esquecer do mundo e lê-lo.

* Texto publicado originalmente na coluna Bookmarks do iG Jovem.

“Se alguém está gritando de felicidade… 18/06/2009

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…a coisa mais educada a fazer é gritar também”

Para ter uma amizade duradoura você precisa de leis? Quando você não sabe direito como agir em relação às coisas a quem – ou o que – você deve recorrer? Allie Finkle tem todas essas respostas, apesar de ser apenas uma garota de nove anos.

Allie é uma garota normal, que vai à escola, tem amigas e, é claro, uma melhor amiga. Não que sua melhor amiga seja uma garota muito legal, mas Allie (até que) gosta dela, apesar de ser uma menina chorona e meio chata. Tudo isso faz com que a menina Finlke sempre pense que adoraria ter uma melhor amiga mais divertida, que se parecesse mais com ela.

O problema é que pode ser que os pedidos de Allie sejam realizados agora que sua família decidiu mudar de casa – e, consequentemente, trocar a escola onde ela e seus irmãos estudam. Agora ela já não tem tanta certeza de que quer uma nova amiga e vai fazer de tudo para continuar na mesma casa com as mesmas coisas, tudo do jeitinho que deveria ser.

Enquanto Allie luta contra a mudança, a troca de amizades e escola vários acontecimentos vão mostrando à ela os caminhos certos que você deve seguir para que tudo dê certo. Agora ela até fez um caderno para anotar essas regras.

Se você acredita naquele papo de que “é errando que se aprende”, vai adorar as confusões em que essa garota se mete tentando fugir de morar em uma casa mal assombrada, conhecendo novas amigas ou vendo que suas antigas colegas são muito piores do que ela pensava.

“As leis de Alli Finkle para meninas – Dia da Mudança” é da autora Meg Cabot, que escreveu diversos dos nossos livros favoritos, e chega ao Brasil com tradução da Galera Record. Alli Finkle é uma heroína, do seu jeito meio estranho e atrapalhado – metendo os pés pelas mãos de vez em quando – mas ainda assim, uma heroína que vai te inspirar a ser uma pessoa muito melhor! Ou, pelo menos, mais divertida.

E você, tem alguma regra? Conte pra gente nos comentários!

* Texto publicado originalmente na coluna Bookmarks do iG Jovem.

Sidarta para jovens 05/06/2009

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Religião é coisa chata? Todo mundo sempre acha que ser religioso é ficar dentro de uma igreja cheia de velhinhas caquéticas rezando em latim e morrendo de sono, né?! Mas existem outras coisas para descobrir no mundo além das ideias do ocidente sobre religião.

Uma história muito bacana é sobre um príncipe indiano que larga toda a riqueza para descobrir o sentido da vida. Esse tal príncipe chama Sidarta, e também é conhecido como o Buda – aquele cara gordinho de barriga de fora, sabe?

Sidarta Gautama foi o nome de batismo do Buda, o Iluminado. Seu pai o deixou dentro do palácio da família até que se tornasse adulto. O garoto não sabia como era o mundo fora dos portões de segurança, não imagina que existia pobreza, doença ou velhice. Ao encontrar todas essas “novidades” em um passeio, Sidarta se deu conta de que alguma coisa estava errada.

A vida dele já foi contada por várias pessoas, uma delas foi Hermann Hesse, que escreveu sobre esse cara há muito tempo. E então chegou o escritor e jornalista carioca Bruno Pacheco e modernizou a doutrina do budismo.

“Sidarta para jovens” é um livro que fala sobre religião de uma forma leve, rápida e que te deixa superinteressado. Quem sabe você não termina de ler e vai conhecer um templo budista ou aprender a meditar?

* Texto publicado originalmente na coluna Bookmarks do iG Jovem.

Aventura medieval 22/05/2009

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Imagine se salvar o lugar onde você vive estivesse em suas mãos, o que você faria? Teria coragem de seguir em frente e fazer o que fosse necessário? Alexa não pensou duas vezes quando recebeu uma carta falando sobre seu futuro, ela mergulhou na aventura e, vou te contar, não foi nada fácil!

É claro que ela não estava sozinha atravessando um reino medieval encantado, impossível fazer isso mesmo pra ela, que sempre arruma um jeito de fazer as coisas. Seus fiéis escudeiros foram Yipes, um homem menor do que uma criança, John Christopher, um ex-prisioneiro que tinha uma marca em sua testa deixando sua condição bem clara, Odessa, uma loba de verdade, Murphy, um pequeno esquilo agitado e Squire, um falcão fêmea.

A comunicação entre o grupo (animais e humanos) se dava por causa de uma pedra mágica que permite que os humanos entendam o que os animais dizem, a Jocasta. Aliás, as Jocastas são as causadoras de todo esse problema: elas são mágicas e não existem mais. A pedra de Alexa é a última que existe.

No caminho eles encontram para reforçar a luta, Armon, um gigante que não foi transformado em monstro como o resto de seu povo, que caiu nas garras de Grindall, o homem que quer dominar todo o reino. É claro que a história é muito mais complicada do que isso, mas para entender tudo, você precisa ler o livro. O que eu posso te contar é que são muitos dias e noite de caminhada, de lutas e uma guerra eletrizante.

O livro “Além do Vale dos Espinhos” vai te deixar com vontade de ter nascido em um época onde essas coisas ainda existiam e você, talvez, fizesse parte do grupo de Alexa. Patrick Carman é o autor da obra que, na verdade é uma trilogia, começa com “No Limiar das Colinas Sombrias” e termina com “A Décima Cidade”.

* Texto publicado originalmente na coluna Bookmarks do iG Jovem.