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Grafite documentado 30/10/2009

Posted by Carol Patrocinio in Cinema, grafite, iG Street.
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riskos urbanos

Você conhece a história do grafite? Sabe quando foi que ele deu as caras pelo Brasil e como vive até hoje? O videomaker Leo Moreira criou o documentários Riskos Urbanos para acabar com essa deficiência de informação, pelo menos sobre a cena de Belo Horizonte.

O documentário está na internet e você pode conferir todo o trabalho aí, sentadinho, sem sair da frente do computador. Preparado?

Parte I

Parte II

O que você achou? Gostou? Acha a iniciativa interessante? Comente!

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No escurinho do cinema 15/10/2009

Posted by Carol Patrocinio in Cinema, Eventos, iG Street.
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Há 12 anos o rap perdeu um de seus representantes mais notáveis: Notorious B.I.G. O cara foi reconhecido, antes e depois de sua morte, como melhor cantor de rap e melhor álbum do ano com “Ready to Die” no VMA de 1994, melhor vídeo com “Hypnotize” no VMA de 1997, melhor música do ano com “Mo’ Money Mo’ Problems” no VMA de 1998 e a melhor música do ano – “Nasty Girl” – no VMA de 2005.

Aos 25 anos, o rapper se transformou na principal figura da Costa Leste dos Estados Unidos e vendeu mais de 32 milhões de discos em quatro anos de carreira. No auge de seu sucesso foi assassinado na saída de uma premiação em Los Angeles.

O filme “Notorious B.I.G. – Nenhum Sonho É Grande Demais” conta a trajetória de Christopher Wallace, um aluno exemplar de uma escola católica, adolescente que se transformou em traficante de drogas e a mudança repentina causada pela gravidez de Jan, sua namorada.

A obra é produzida por Voletta Wallace, mãe de B.I.G., e conta a história do astro até a fase do estrelato, passando pelas constantes e crescentes exigências da paternidade, casamento e carreira musical. Quem interpreta o monstro do rap é Christopher Jordan Wallace, seu próprio filho.

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Be kind, Rewind (ou Rebobine, por favor) 29/12/2008

Posted by Carol Patrocinio in Cinema.
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Ontem fui ao cinema assistir “Be kind, rewind” – ou “Rebobine, por favor” – e confesso que estava com medo do filme. Eu não sou uma pessoa de comédia, não entendo muito bem esse lance de risada com piada e sou uma chata – talvez tudo se resuma nessa última carcterística. Outro problema com o filme era a presença do Jack Black.

(Pausa dramática para todos os fanáticos jogarem pedras, tomates e ovos podres em mim, antes de entender os motivos – como é feito de costume)

O último filme que eu assisti, com o Jack Black, foi Nacho Libre – ainda não entendo porque ouvi a sugestão do meu irmão enquanto procurávamos algo na locadora.

O filme é ruim. Que me desculpem os malucos adoradores do cara, eu também o acho ótimo, mas por favor, Nacho Libre me fez ter vontade de viajar pra onde quer que ele estivesse e dar-lhe uns bons tapas na orelha. Credo. Traumatizou.

Mas voltando ao “Rebobine”, logo nas primeiras cenas me deparei com aquele cara que me fez ficar encantada em “Escola do Rock”. As risadas vieram facilmente e o cinema inteiro entrou na história – o que teve a colaboração da sala de cinema ser uma delícia, bem pequenininha, ali no Reserva Cultural.

O filme conta a história de dois amigos, Mike (Mos Def) e Jerry (Jack Black), obviamente atrapalhados: um trabalha numa locadora de VHS e outro é dono de um ferro velho. Numa tentativa de sabotar o “microondas”, uma usina elétrica localizada atrás do ferro velho, Jerry se sai mal e acaba comprometendo todos os filmes de Mike.

“Se não tem tu, vai tu mesmo”. As pessoas querem os filmes, Jerry não os têm, porém tem uma câmera filmadora, o que promete acabar com seus problemas. Os dois decidem recriar todos os filmes da loja, dizendo que foram “suecados”. Com a ajuda de Alma (Melonie Diaz), que eu não lembrava e me surpreendeu ótimamente, os dois colocam a loja nos eixos e ainda viram estrelas.

Apenas um aviso: se você espera apenas risadas, pode desistir. O filme tem cara de comédia, é uma comédia, mas no fim, você precisa de uns dois minutinhos pra pensar em algumas coisas. O resultado de tudo isso é que eu fiquei feliz por ter ido ao cinema e voltei a gostar do Jack Black, sem falar no Mos Def, que tem se mostrado extremamente competente em filmes que me fazem rir.

Você assistiu? O que achou do filme? Pra se animar um pouco, dê uma olhada nos cartazes do filme em diversos países e em uma das cenas.