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Jennifer’s body, a garota infernal 14/11/2009

Posted by Carol Patrocinio in Bookmarks.
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Todo mundo tem uma melhor amiga, daquelas que sempre estão ao seu lado e apoiam todas as susas decisões, mesmo não sendo as mais inteligentes. Por nossa melhor amiga a gente faz quase tudo.

Quase.

E se, de repente, ela começasse a agir de forma totalmente estranha, andando com uma galera que ela nunca nem tinha dito oi e se importando demais com o que você acha do seu próprio namorado?

Nessas horas você começa a pensar se a amizade é tão forte assim e se ela não está apenas se aproveitando de você. Foi bem isso que aconteceu em Jennifer’s Body.

O livro foi baseado no filme, coisa que normalmente é diferente, mas o resultado ficou bem legal. Você vai criando todas as imagens na sua cabeça e quando vê tem um superfilme de terror rolando.

Ok, não é um terror de dar medo, mas é bem bizarro e surpreendente. Vale a pena embarcar nessa maluquice toda!

* Texto publicado originalmente na coluna Bookmarks do iG Jovem.

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No escurinho do cinema 15/10/2009

Posted by Carol Patrocinio in Cinema, Eventos, iG Street.
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Há 12 anos o rap perdeu um de seus representantes mais notáveis: Notorious B.I.G. O cara foi reconhecido, antes e depois de sua morte, como melhor cantor de rap e melhor álbum do ano com “Ready to Die” no VMA de 1994, melhor vídeo com “Hypnotize” no VMA de 1997, melhor música do ano com “Mo’ Money Mo’ Problems” no VMA de 1998 e a melhor música do ano – “Nasty Girl” – no VMA de 2005.

Aos 25 anos, o rapper se transformou na principal figura da Costa Leste dos Estados Unidos e vendeu mais de 32 milhões de discos em quatro anos de carreira. No auge de seu sucesso foi assassinado na saída de uma premiação em Los Angeles.

O filme “Notorious B.I.G. – Nenhum Sonho É Grande Demais” conta a trajetória de Christopher Wallace, um aluno exemplar de uma escola católica, adolescente que se transformou em traficante de drogas e a mudança repentina causada pela gravidez de Jan, sua namorada.

A obra é produzida por Voletta Wallace, mãe de B.I.G., e conta a história do astro até a fase do estrelato, passando pelas constantes e crescentes exigências da paternidade, casamento e carreira musical. Quem interpreta o monstro do rap é Christopher Jordan Wallace, seu próprio filho.

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Vida sobre Rodas 05/09/2009

Posted by Carol Patrocinio in Cultura de rua, iG Street, skate.
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O skate é o segundo esporte mais praticado no Brasil, perdendo apenas para o futebol, grande paixão nacional, mas há alguns anos o esporte não era visto com bons olhos e a fama de marginal andava lado a lado com o “carrinho”.

Algumas pessoas colaboraram para que a imagem do esporte e de quem o pratica pudesse melhorar e perder o estigma de “vagabundo”. Sandro Dias (o Mineirinho), Cristiano Mateus, Lincoln Ueda e Bob Burnquist foram, segundo o diretor do filme, Daniel Baccaro, os principais responsáveis pela mudança de postura em relação ao esporte.

Batemos um papo com os skatistas e o diretor do “Vida sobre Rodas”, o primeiro filme brasileiro sobre skate que tem previsão de estreia para o começo de 2010. Confira!

Não conseguiu assistir, vá para a TV iG!

Grafite em filme 28/08/2009

Posted by Carol Patrocinio in grafite, iG Street, street art.
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Um desenho em uma parede, qual a sensação de movimento que isso te dá? Nenhuma, né?! Só que isso acaba na hora em que você conhece o trabalho do pessoal do Graffiti com Pipoca ou do Blu Video.

Grafite e áudio visual trabalhados lado a lado criam um tipo de desenho animado, curta metragem ou vídeo clipe, como o produzido pelo Graffiti com Pipoca para o Teatro Mágico. Existem diferenças na produção gringa e brazuca, mas os dois têm muita qualidade e são uma nova expressão da arte!

Graffiti com Pipoca

MUTO a wall-painted animation

O Projeto Graffiti com Pipoca oferece oficinas com aulas teóricas e práticas sobre grafite, vídeo e animação desde 2006, no Jabaquara, em São Paulo. O intuito do grupo é despertar a consciência social e preparar os jovens para um maior engajamento na luta contra a exclusão.

Sonho rock’n’roll 10/04/2009

Posted by Carol Patrocinio in Bookmarks.
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Coloque-se nessa cena: uma balada lotada, música alta, gente dançando, cheiro de cerveja. Você olha para os lados procurando uma amiga, mas o que encontra é muito melhor: um gato! Ok, ele não é perfeito, a roupa não é tão legal, mas ele tem algo…

O gato chega ao seu lado, te olha com uma cara de desesperado e diz: “Sei que isso vai parecer meio estranho, mas poderia ser minha namorada pelos próximos cinco minutos?”. O que você faz? Esse cara é o Nick e você, nessa história toda, é a Norah. Eles não se conhecem, nunca se viram e estão ali, lado a lado, podendo simplesmente caminhar adiante ou ficar ali e serem um casal de cinco minutos.

Enquanto você pensa em como responder para o garoto essa pergunta estranha, vê bem na sua frente, caminhando pra você, uma daquelas meninas que você tem raiva só de pensar. Ela está chegando bem perto. O que você faz? Olha, não vou te contar o que Norah faria pra não te influenciar, só posso dizer que essa noite segue em frente até o dia estar beeeeem claro.

Mas não, nada é fácil ou simples nessa história incrível – cheia de música, bandas bacanas, acontecimentos bizarros e lugares que você adoraria ir – escrita por Rachel Cohn e David Levithan. “Nick & Norah: uma noite de amor e música” – leia o primeiro capítulo online – conseguiu entrar para o meu top 5 e, com certeza, vai te fazer ficar apaixonada por Nick e buscar o rosto dele em todos os caras que passarem por você.

O livro é tão bacana que até virou um filme com o Michael Cera, que fez Juno e Superbad, e a Kat Dennings. Agora vou te contar um segredo: eu ainda não assisti ao filme porque estou morrendo de medo de que as imagens que o livro deixou na minha cabeça sumam! Mas prometo que assim que tomar coragem, eu conto aqui pra vocês o que achei!

E aí, o que você achou? Vai ler? Comente!

* Texto publicado originalmente na coluna Bookmarks do iG Jovem.

Be kind, Rewind (ou Rebobine, por favor) 29/12/2008

Posted by Carol Patrocinio in Cinema.
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Ontem fui ao cinema assistir “Be kind, rewind” – ou “Rebobine, por favor” – e confesso que estava com medo do filme. Eu não sou uma pessoa de comédia, não entendo muito bem esse lance de risada com piada e sou uma chata – talvez tudo se resuma nessa última carcterística. Outro problema com o filme era a presença do Jack Black.

(Pausa dramática para todos os fanáticos jogarem pedras, tomates e ovos podres em mim, antes de entender os motivos – como é feito de costume)

O último filme que eu assisti, com o Jack Black, foi Nacho Libre – ainda não entendo porque ouvi a sugestão do meu irmão enquanto procurávamos algo na locadora.

O filme é ruim. Que me desculpem os malucos adoradores do cara, eu também o acho ótimo, mas por favor, Nacho Libre me fez ter vontade de viajar pra onde quer que ele estivesse e dar-lhe uns bons tapas na orelha. Credo. Traumatizou.

Mas voltando ao “Rebobine”, logo nas primeiras cenas me deparei com aquele cara que me fez ficar encantada em “Escola do Rock”. As risadas vieram facilmente e o cinema inteiro entrou na história – o que teve a colaboração da sala de cinema ser uma delícia, bem pequenininha, ali no Reserva Cultural.

O filme conta a história de dois amigos, Mike (Mos Def) e Jerry (Jack Black), obviamente atrapalhados: um trabalha numa locadora de VHS e outro é dono de um ferro velho. Numa tentativa de sabotar o “microondas”, uma usina elétrica localizada atrás do ferro velho, Jerry se sai mal e acaba comprometendo todos os filmes de Mike.

“Se não tem tu, vai tu mesmo”. As pessoas querem os filmes, Jerry não os têm, porém tem uma câmera filmadora, o que promete acabar com seus problemas. Os dois decidem recriar todos os filmes da loja, dizendo que foram “suecados”. Com a ajuda de Alma (Melonie Diaz), que eu não lembrava e me surpreendeu ótimamente, os dois colocam a loja nos eixos e ainda viram estrelas.

Apenas um aviso: se você espera apenas risadas, pode desistir. O filme tem cara de comédia, é uma comédia, mas no fim, você precisa de uns dois minutinhos pra pensar em algumas coisas. O resultado de tudo isso é que eu fiquei feliz por ter ido ao cinema e voltei a gostar do Jack Black, sem falar no Mos Def, que tem se mostrado extremamente competente em filmes que me fazem rir.

Você assistiu? O que achou do filme? Pra se animar um pouco, dê uma olhada nos cartazes do filme em diversos países e em uma das cenas.