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No escurinho do cinema 15/10/2009

Posted by Carol Patrocinio in Cinema, Eventos, iG Street.
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Há 12 anos o rap perdeu um de seus representantes mais notáveis: Notorious B.I.G. O cara foi reconhecido, antes e depois de sua morte, como melhor cantor de rap e melhor álbum do ano com “Ready to Die” no VMA de 1994, melhor vídeo com “Hypnotize” no VMA de 1997, melhor música do ano com “Mo’ Money Mo’ Problems” no VMA de 1998 e a melhor música do ano – “Nasty Girl” – no VMA de 2005.

Aos 25 anos, o rapper se transformou na principal figura da Costa Leste dos Estados Unidos e vendeu mais de 32 milhões de discos em quatro anos de carreira. No auge de seu sucesso foi assassinado na saída de uma premiação em Los Angeles.

O filme “Notorious B.I.G. – Nenhum Sonho É Grande Demais” conta a trajetória de Christopher Wallace, um aluno exemplar de uma escola católica, adolescente que se transformou em traficante de drogas e a mudança repentina causada pela gravidez de Jan, sua namorada.

A obra é produzida por Voletta Wallace, mãe de B.I.G., e conta a história do astro até a fase do estrelato, passando pelas constantes e crescentes exigências da paternidade, casamento e carreira musical. Quem interpreta o monstro do rap é Christopher Jordan Wallace, seu próprio filho.

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Palavras 07/04/2009

Posted by Carol Patrocinio in Blablabla, Música.
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Eu não escrevo pra ninguém
[…]
Eu me entendo escrevendo
[…]
Por mais que eu tente, são só palavras
Por mais que eu me mate, são só palavras”

Escute a Mariana Aydar cantando pra você no MySpace dela!

Lily Allen – It’s not me, it’s you 03/02/2009

Posted by Carol Patrocinio in 16270173, Blablabla, Download, internet.
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Eu adoro a Lily Allen, assumo. Apesar das brigas, infantilidades, camisetas da Chanel desenhadas com canetinha e ameaças à Katy Perry, eu gosto dela.

Acho que ela é um sucesso, não é magra, é linda, se dá bem com o corpo e incentiva as garotas a se aceitarem. É disso que a gente precisa!

E ela acabou de lançar um cd novo, que eu, particularmente, achei uma delícia. É o mesmo esquema de músicas dançantes, com um jeito adolescente e aquela voz fofa da Lily. Acho que uma das minhas preferidas é a “Fuck You”; eu acho tão fofa aquela voz falando essas coisas…

O pré-lançamento do novo cd “It’s not me, it’s you” está rolando no MySpace. Vai lá, escuta tudo e volta aqui pra me contar o que você achou!

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É claro que o cd vazou e você pode fazer download! Se quiser, me pede o link no Twitter  – ou deixa seu e-mail nos comentários – que eu dou, tá?!

Be kind, Rewind (ou Rebobine, por favor) 29/12/2008

Posted by Carol Patrocinio in Cinema.
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Ontem fui ao cinema assistir “Be kind, rewind” – ou “Rebobine, por favor” – e confesso que estava com medo do filme. Eu não sou uma pessoa de comédia, não entendo muito bem esse lance de risada com piada e sou uma chata – talvez tudo se resuma nessa última carcterística. Outro problema com o filme era a presença do Jack Black.

(Pausa dramática para todos os fanáticos jogarem pedras, tomates e ovos podres em mim, antes de entender os motivos – como é feito de costume)

O último filme que eu assisti, com o Jack Black, foi Nacho Libre – ainda não entendo porque ouvi a sugestão do meu irmão enquanto procurávamos algo na locadora.

O filme é ruim. Que me desculpem os malucos adoradores do cara, eu também o acho ótimo, mas por favor, Nacho Libre me fez ter vontade de viajar pra onde quer que ele estivesse e dar-lhe uns bons tapas na orelha. Credo. Traumatizou.

Mas voltando ao “Rebobine”, logo nas primeiras cenas me deparei com aquele cara que me fez ficar encantada em “Escola do Rock”. As risadas vieram facilmente e o cinema inteiro entrou na história – o que teve a colaboração da sala de cinema ser uma delícia, bem pequenininha, ali no Reserva Cultural.

O filme conta a história de dois amigos, Mike (Mos Def) e Jerry (Jack Black), obviamente atrapalhados: um trabalha numa locadora de VHS e outro é dono de um ferro velho. Numa tentativa de sabotar o “microondas”, uma usina elétrica localizada atrás do ferro velho, Jerry se sai mal e acaba comprometendo todos os filmes de Mike.

“Se não tem tu, vai tu mesmo”. As pessoas querem os filmes, Jerry não os têm, porém tem uma câmera filmadora, o que promete acabar com seus problemas. Os dois decidem recriar todos os filmes da loja, dizendo que foram “suecados”. Com a ajuda de Alma (Melonie Diaz), que eu não lembrava e me surpreendeu ótimamente, os dois colocam a loja nos eixos e ainda viram estrelas.

Apenas um aviso: se você espera apenas risadas, pode desistir. O filme tem cara de comédia, é uma comédia, mas no fim, você precisa de uns dois minutinhos pra pensar em algumas coisas. O resultado de tudo isso é que eu fiquei feliz por ter ido ao cinema e voltei a gostar do Jack Black, sem falar no Mos Def, que tem se mostrado extremamente competente em filmes que me fazem rir.

Você assistiu? O que achou do filme? Pra se animar um pouco, dê uma olhada nos cartazes do filme em diversos países e em uma das cenas.